Presidente do TSE não descarta eleição indireta no Amazonas e diz que há possibilidade jurídica de nova mudança no processo eleitoral

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O Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, cumpriu uma série de compromissos na capital amazonense, nesta quarta-feira (26). O mais importante foi na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), onde conferiu o andamento do processo para a eleição suplementar no Estado.

Apesar de se declarar satisfeito com que viu, o ministro não descartou a possibilidade de nova mudança no processo eleitoral. Segundo o presidente do TSE, ainda é possível haver eleição indireta para a escolha do novo governador do Estado .

O ministro Gilmar Mendes disse que, para resolver de forma definitiva a questão da eleição no Amazonas, seria preciso que a Corte Superior se manifestasse, referendando a liminar do ministro Celso de Mello em promover eleições diretas no Estado. Falando sobre os recursos que estão pendentes na Suprema Corte Eleitoral, ministro citou o caso do governador cassado José Melo (PROS).

Durante a coletiva, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), desembargador Yedo Simões, falou sobre a recente decisão da Corte eleitoral do Estado, que impugnou a candidatura do candidato a vice-governador na chapa de Rebeca Garcia (PP).

Ao final da coletiva, questionado sobre a declaração do ex presidente Lula, concedida à Rede Tiradentes, que garantiu o financiamento de campanha por empresários, Gilmar Mendes, defendeu a necessidade da reforma política eleitoral.

De acordo com o TRE-AM, 95% dos serviços necessários para execução da eleição suplementar no Estado estão concluídos. Segundo a direção do TRE-AM, 13 dos R$ 21 milhões previstos para a realização do pleito já foram gastos pela Justiça Eleitoral no Estado.

Fonte: www.redetirandentes.com.br

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