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Idealizado por Raifran Brandão, o Portal Solimões tem como objetivo precípuo socializar informação, divulgar as diversas atividades culturais, artísticas, políticas e tudo que envolve os municípios contemplados no Portal. Ele surge do princípio de que os canais de comunicação, na sua maioria, ficam presos às oligarquias políticas que por sua vez não dão vez nem voz ao povo e pouco valoriza a promoção cidadã e os princípios básicos da democracia.
Valorizar a região, bem como o município é outra finalidade do portal, além de instrumentalizar o caboclo amazônida com uma ferramenta que ele possa usar para promover, discutir, questionar e denunciar.

O Rio Solimões:


Nascente:











O rio Amazonas na realidade tem cinco nomes diferentes: Nasce no Peru com o nome de rio Ucayali, passa a se chamar rio Urubanda, depois rio Marañón e quando entra em território brasileiro, chama-se rio Solimões.

O Rio Solimões:

Apresenta uma extensão de 1.620Km, entre os municípios de Manaus e Tabatinga.
A ligação entre os portos de Manaus e Tabatinga se faz, no período de águas altas (fevereiro a junho) com 8m de calado reduzindo-se na estiagem (julho a outubro), a calado inferior a 4m.
Trecho do rio Amazonas compreendido entre as bocas dos rios Javari e Negro, é conhecido pela denominação de Solimões.

As cidades de Coari e Tefé possuem instalações portuárias. Estes dois portos do rio Solimões, tem seus acessos em remansos ou lagos, formados de braços do rio Solimões, com calado em águas mínimas inferiores a 4,0 m. Durante o período crítico de estiagem este calado não ultrapassa a 3,0 m.

Mais informações:

O Rio Amazonas nasce da confluência do Rio Negro com o Rio Solimões em Manaus - fenômeno conhecido como o "Encontro das Águas", no qual as águas escuras do Negro se encontram com as águas brancas (barrentas) do Solimões e não se misturam, percorrendo lado a lado cerca de 6 quilômetros até se misturarem, formando o Rio Amazonas que deságua no Oceano Atlântico. Os rios de águas brancas são os mais generosos com a vida na floresta. Na cheia, tanto o Rio Solimões quanto o Amazonas inundam as planícies e vales formando as florestas inundadas de várzea. Quando o rio seca o solo está bastante rico e vira área de cultivo do caboclo ribeirinho.











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